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5 discos do NRC+ que merecem ser escutados em cada detalhe


Por:

Damy Coelho

Fotos: Divulgação/JBL

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Os listening bars e listening cafés espalhados por capitais como Tóquio, Londres ou São Paulo reforçam uma tendência: a escuta atenta de um disco de vinil tornou-se uma escolha por desaceleração. Contrapondo o consumo contínuo e algorítmico do streaming, o ato de escolher um LP, retirá-lo da capa e posicioná-lo na agulha cria um um verdadeiro ritual de escuta, cada vez mais valorizado nos dias de hoje.

Levar a experiência dos listening bars para dentro de casa não exige garimpar aparelhos vintage com manutenção delicada ou lidar com um emaranhado de fios. Hoje já temos no mercado alguns toca-discos que prometem conectar o ritual analógico à conveniência contemporânea.

O JBL Spinner BT oferece saídas analógicas para equipamentos Hi-Fi e conectividade Bluetooth com codec aptX™ HD, o que garante que a qualidade sonora do vinil não seja prejudicada até chegar às caixas ou fones de ouvido, especialmente se esses forem de boa qualidade.

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O prato de alumínio é acionado por correia e conta com um sistema de controle de velocidade por sensor óptico, instalado sob a estrutura, que monitora continuamente a rotação em 33⅓ e 45 RPM, garantindo maior estabilidade e precisão durante a reprodução dos discos de vinil. O braço do JBL Spinner BT, por sua vez, tem contrapeso calibrado para percorrer os sulcos sem desgastar o seu disco favorito.

Esse equilíbrio entre mecânica e conectividade torna o toca-discos uma plataforma possível para ouvir os discos do NRC+. Afinal, prensagens em vinil duplo, capas com acabamento especial e seleções musicais ricas em arranjos exigem um equipamento que respeite as frequências gravadas na prensagem. 

A seguir, destacamos 5 lançamentos do catálogo NRC+ que, quando aliados a um toca-discos de qualidade, transcendem ainda mais sua experiência sonora. 

Mayra Andrade – Reencanto 

Gravado na Union Chapel, em Londres, o álbum reúne 18 faixas intimistas arranjadas apenas para a voz de Mayra e o violão de nylon de Djoje Almeida. A reverberação natural da capela e o balanço dos ritmos cabo-verdianos pedem uma reprodução limpa e livre de ruídos. 

Rachel Reis – Divina Casca 

O segundo trabalho da baiana no NRC+ é uma celebração do pop suingado, misturando arrocha, pagode, samba e MPB. Com participações que vão de BaianaSystem a Psirico, o disco entrega uma instrumentação percussiva cheia de camadas e graves marcantes.

Luiza Brina – Prece 

Com parcerias que vão da mexicana Silvana Estrada a uma orquestra de 19 instrumentistas e tambores tradicionais, este registro une a música mineira e afro-diaspórica a arranjos contemporâneos, e chamou a atenção do Tiny Desk antes mesmo do projeto ganhar edição brasileira. A beleza do álbum está no contraste entre a sutileza das vozes e o impacto dinâmico das percussões e cordas. 

Filipe Ret – Nume

O épico-extraordinário de Filipe Ret passeia entre o resgate do boom bap e a modernidade do trap. O trabalho traz arranjos de graves encorpados, perfeitos para ouvir no último volume.

João Bosco – Boca Cheia de Frutas

João Bosco apresenta 11 faixas sustentadas por seu violão virtuoso em arranjos que misturam samba, jazz e bossa nova. Cercado por um naipe completo de metais, cordas e participações de nomes como Jaques Morelenbaum, o trabalho exalta as raízes afro-diaspóricas brasileiras em interpretações refinadas.

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Por:

Damy Coelho

Fotos: Divulgação/JBL

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