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5 discos clássicos que soam melhor em vinil


Por:

Revista NOIZE

Fotos: Reprodução/Visão

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Tudo bem: como entusiastas do disco de vinil, é natural que a gente prefira ouvir nossos álbuns favoritos em um toca-discos, com todo o ritual que isso envolve: trocar o lado do disco, ler o encarte, e por aí vai. Mas a verdade é que realmente existe um consenso sobre quando um disco soa melhor em vinil - e isso tem a ver com a masterização original, que pode ser melhor que a versão digitalizada ou até mesmo "remasterizada".

Pensando nisso, o site Grunge reuniu cinco álbuns clássicos de qualquer coleção que, segundo relatos de fãs, apresentam diferenças sonoras favoráveis às versões em vinil. A percepção varia com a prensagem e a qualidade do equipamento de som, mas vale conhecer os argumentos e tirar suas próprias conclusões. Você tem algum na sua coleção? Concorda que o som sai melhor no LP?

George Harrison - All Things Must Pass (1970)

Lançado em meio à conturbada separação dos Beatles, o álbum consolidou a carreira solo de Harrison e se tornou um sucesso comercial, especialmente na faixa "My Sweet Lord". De acordo com o site, a versão em vinil preserva melhor a grandiosidade sonora criada pelo produtor Phil Spector. A prensagem original teria menos compressão e uma sonoridade menos abafada do que algumas remasterizações digitais.

Led Zeppelin - Led Zeppelin II (1969)

Esse disco, vale lembrar, foi lançado no ano passado em uma edição em vinil pelo NRC+ Essentials (infelizmente, já esgotado). Segundo relatos de fãs, as remasterizações posteriores não reproduzem a mesma nitidez e intensidade da prensagem original. O vinil seria capaz de preservar melhor o impacto e a vivacidade do som, especialmente na bateria.

Marvin Gaye - What’s Going On (1971)

O álbum se tornou clássico do soul e do R&B, impulsionado pelo sucesso de faixas como “What’s Going On” e “Mercy, Mercy Me (The Ecology)”. Fãs destacam o calor e a plenitude sonora da versão em vinil, que valorizariam ainda mais a voz de Gaye e os arranjos do álbum. Com isso, a experiência de audição seria mais rica do que nas versões digitais.

Neil Young - Tonight’s the Night (1975)

Lançado durante a fase de ouro na carreira do músico, esse disco não alcançou o mesmo sucesso comercial de outros trabalhos, mas se tornou um dos títulos fundamentais de sua discografia.O vinil, neste caso, oferece um som mais nítido e uma sensação de performance ao vivo, como se o ouvinte estivesse na mesma sala que o músico. Nas versões digitais posteriores, fãs apontam uma perda de intensidade sonora considerável.

The Velvet Underground - The Velvet Underground & Nico (1967)

Não se trata apenas de ter a banana desenhada por Andy Warhol em versão ampliada na capa do disco - o que já seria uma baita vantagem. De acordo com o site, a edição original em vinil apresenta uma mixagem bem diferente daquela encontrada no CD. Por isso, fãs recomendam a prensagem original para ouvir faixas como “Sunday Morning” e “Femme Fatale” com a sonoridade concebida inicialmente.

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Revista NOIZE

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