Aluminé Guerrero une beats e loops aos sons da floresta amazônica 


Por:

Isabela Yu

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A compositora e produtora argentina Aluminé Guerrero fez sua estreia no país no palco do Festival CoMA, em Brasília. Além do show no evento, a artista passou por Pirenópolis e Anápolis, no Goiás, antes de retornar a Toulouse, cidade onde reside há quase uma década. 

Aluminé viaja acompanhada de seu computador, onde solta as bases e batidas eletrônicas durante o set, e pedais de loop para sequenciar os sons do violão e ukulele. Na passagem pelo CoMA, ela dedicou as músicas para todos os "retirantes que atravessam fronteiras". 

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Com um álbum, Parte del Mundo (2017), um EP Hierba Mala (2023) e alguns singles lançados, a artista se baseia na sonoridade eletrônica com essência folclórica. Por exemplo, na sua música as batidas pesadas podem estar acompanhadas do cantar dos pássaros ou barulhos da floresta. 

"Amo a música folclórica do mundo todo. Quando viajo, registro os sons dos lugares por onde passei", explica Aluminé. Filha de músicos, ela compõe desde a adolescência e encontrou inspiração na cultura da Amazônia equatorial.

Foi através das trocas com músicos de outras regiões, que ela garimpou flautas – como a pincuyo – e ocarinas. "De pouco em pouco, descobri pequenos instrumentos que fazem parte da música dessas regiões, não só da Argentina, mas de toda a América Latina."

A participação da artista na programação é fruto da parceria do CoMA com o Instituto Francês e o festival Río Loco, realizado em Toulouse. No ano que vem, Kirá, músico brasiliense, fará uma residência artística na França, para compor um feat com Aluminé.   

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Isabela Yu

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