Mostramos “13” para o Naldo


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Revista NOIZE

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No último final de semana, entramos no camarim do cantor Naldo Benny, antes do seu show – que teve casa cheia - realizado em Porto Alegre. Ele nos tirou um dúvida, e também participou de um pequeno teste de conhecimento musical. Naldo, qual a sacada que você teve em 2011 e não teve em 2007 para tanto sucesso? Eu curto a dança hoje muito mais do que antes. Acho que essa é a diferença do meu trabalho, a dança e o planejamento que tive desde quando comecei a cuidar da minha carreira. Desde que eu meti a mão na massa para administrar tudo, cuidar de tudo. Aí sim rolou uma diferença. Depois, perguntamos a opinião de Naldo sobre duas músicas. Uma antiga e outra recente. Primeiro botamos pra tocar Jean Knight, “Mr Big Stuff”, da década de 70. Essa Naldo lembrou fácil da versão brasileira que ganhou com Thaíde e DJ Hum. “Eu já vi eles tocando ao vivo em São Paulo”. Que tempo bom... Então começou a rolar “God is Dead?”, do Black Sabbath. Ele ainda não conhecia, mas vale lembrar que o álbum foi lançado na semana passada. “É, essa eu não conhecia. Vou procurar ouvir esse novo álbum. Esse solo ‘tan dan dow dow’, gostei disso”. E o que Naldo costuma ouvir? Som das antigas como Whitney Houston e tal, essas coisas muito mais melodiosas da black music eu curto e ouço bastante. É o que eu busco trazer para o meu som. E quem sabe se Naldo vai ou não vai aproveitar alguma coisa de “13” no seu som? O solo do Tony Iommi, pelo jeito, ele gostou de verdade. naldo 1 (Fotos: Rafaela Bublitz)
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