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Sony relança Walkman para audiófilos que chega a R$ 28 mil


Por:

Damy Coelho

Fotos: Reprodução/Sony

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A Sony parece mesmo engajada em ressuscitar o Walkman. Símbolo do revival da mídia física — junto com os toca-discos — o aparelho, que foi criado pelo braço japonês da marca em 1979, hoje chega ao mercado em modelos voltados para audiófilos. Em 2023, a Sony também lançou o NW-WM1AM2 e o compacto NW-A306, que utilizam o sistema Android e amplificadores digitais.

A novidade da vez são o NW-WM1ZM3 e o NW-WM1AM3, lançados neste outubro. Com cara de celular — o que talvez tire um pouco do charme dos tempos de toca-fitas —, os novos Walkman chegam robustos: tela sensível ao toque de 5,5 polegadas, até 31 horas de bateria e 207 GB de armazenamento, espaço suficiente para cerca de 10 mil faixas em FLAC.

Os dois combinam a tela com botões físicos de reprodução e volume,e também permitem streaming. O topo de linha, NW-WM1ZM3, tem estrutura banhada a ouro, material escolhido para reduzir ruídos. O NW-WM1AM3 usa liga de alumínio, com o cobre dourado na parte traseira. Ambos trazem o DSD Remastering Engine, que processa arquivos digitais, que promete "uma sonoridade mais próxima do analógico".

A grande questão é o preço, já que, com tanta robustez técnica, seria mesmo um tanto salgado: o modelo está em pré-venda na Europa por € 2.499 (cerca de R$ 14 mil) e o NW-WM1ZM3 por € 4.999 (cerca de R$ 28 mil).

Esse revival do Walkman é impulsionado pelo crescente interesse pela mídia física, especialmente entre uma nova geração. Dados da Luminate revelam que cerca de 205 mil fitas cassete foram comercializadas nos Estados Unidos só no primeiro semestre deste ano, integrando a reação das mídias físicas — que, juntas, registraram uma alta de 7,8% em vendas no país. E você, teria um Walkman em pleno 2026?

Por:

Damy Coelho

Fotos: Reprodução/Sony

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