
No ano passado, o festival Dia da Música estreou reunindo mais de 100 shows no Rio de Janeiro e São Paulo. Em 2016, o evento acontece no dia 18 de junho e, dessa vez, tudo ficou ainda maior: mais 220 shows já foram fechados em 57 palcos espalhados por 28 cidades em 13 estados do Brasil (veja).
Esses números se referem à primeira parte da programação do festival, que foi contemplada com um apoio de R$120 mil distribuído entre todos palcos. Por causa dessa verba, todos esses shows serão gratuitos, explica a produtora artística do Dia da Música, Katia Abreu. Di Melo, Mustache & Os Apaches, Sara Não Tem Nome, Letuce, Ian Ramil, Bike, Supervão, Pedro Dom e E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante são algumas das bandas que estão incluídas nessa categoria.
Incluindo shows em cidades afastadas dos principais centros econômicos do país, como Boa Vista e Manaus, o Dia da Música se firma como um dos principais eventos da música independente brasileira.
- O principal ponto do Dia da Música é costurar esse circuito. Hoje, se você quiser, pode ouvir cinco discos brasileiros novos todos os dias. A gente sabe que essas bandas existem. Mas onde elas tocam? Tem muita coisa que está escondida por aí. Descentralizar é muito interessante porque é importante para os artistas se firmarem nas suas cenas locais. Isso é determinante pra formação de plateia - comenta Katia Abreu.
Veja abaixo um pouco do que rolou na edição do ano passado:











![Papangu [Rodolfo, George, Pedro, Marco e Hector] - foto por Helder Bruno](/_next/image?url=https%3A%2F%2Fapi.noize.com.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2026%2F07%2Fpapangu-rodolfo-george-pedro-marco-e-hector-foto-por-helder-bruno-scaled.webp&w=1920&q=75&dpl=dpl_9rCDFnadwN3sXTVoCqPDJdktnYDq)


