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Fique por dentro do line-up do Lollapalooza Brasil 


Por:

Vitória Prates

Fotos: Ariel Martini

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Já estamos na contagem regressiva para o Lollapalooza Brasil: além de inaugurarmos a parceria editorial com o festival, a Noize se soma à Fiat na cobertura do evento. Nos próximos meses, teremos uma série de conteúdos exclusivos para ampliar a experiência de quem acompanha o evento dentro e fora do Autódromo. 

No ano passado, mais de 240 mil pessoas passaram por Interlagos. E a expectativa é superar esses números nesta edição, que reúne 70 artistas entre 20 e 22 de março. “Nosso país é um mercado estratégico no mundo da música. Os shows, cada vez mais, são pensados como obras completas”, diz Marcelo Beraldo, Diretor Artístico do Lollapalooza Brasil. 

Um dos motivos pelos quais o Lolla é sucesso de público é a sua programação musical. Beraldo explica que a curadoria é um trabalho contínuo. Inclusive, a equipe já está fechando os nomes para 2027. “Começamos com headliners e, depois, passamos para os artistas menores. Todo mundo no time é apaixonado por shows”. 

Pesquisa do Serasa revelou que 89% dos brasileiros participam de até sete eventos de música por ano. Ainda que 70% vão aos shows motivados por seus ídolos, a experiência vai além: 36% aprecia a troca com os amigos; 23% destacam o ambiente e 12% apontam curiosidades e novidades como diferenciais de um festival. 

Este ano, o Lollapalooza Brasil traz como headliners Sabrina Carpenter, Deftones e Doechii (20/3), Chappell Roan, Skrillex e Lewis Capaldi (21/3) e Lorde, Turnstile e Tyler, The Creator (22/3). O line nacional também não deixa a desejar, com mais de 30 artistas brasileiros marcando presença, como Foto em Grupo — nova banda de Ana Caetano (Ana Vitória), Pedro Calais, Zani (Lagum) e João Ferreira (Daparte), Agnes Nunes, Nina Maia, Jadsa, Stefanie e mais.

Para além dos shows principais, o público pode conferir Djo – projeto musical de Joe Kerry, Steve de Stranger Things –, o indie pop de Men I Trust, o punk de Viagra Boys, o hardcore do Turnstile e muitos outros. “Sempre assumimos riscos no line-up, não existe fórmula pronta. Trazemos dois ou três grandes vendedores de ingressos por dia e, nos artistas do ‘recheio’, temos mais flexibilidade para abrir espaços para artistas ainda em ascensão, e com aqueles que abrem o festival ainda mais cedo temos quase que liberdade total para colocarmos quem a gente mesmo gostaria de ver em show”, explica Beraldo. 

Das maiores dificuldades para trazer os artistas internacionais para solo brasileiro, a alta do dólar continua sendo a principal, mas não só isso: "Não só o real perdeu muito valor nos últimos 15 anos, mas a demanda global por artistas relevantes cresceu muito. Então, isso causou um duplo efeito de aumento no custo artístico de qualquer festival internacional. Além disso, no Brasil em especial, os impostos e custos logísticos estão entre os mais caros do mundo", explica Beraldo.

Beraldo diz que o DNA do Lolla é definido por quatro gêneros: rock, pop, rap e eletrônica. Até um artista chegar ao palco critérios, além da disponibilidade, são levados em conta: relevância, originalidade, números de streaming, turnês recentes e exclusividade regional.  “Inovação, pra mim, é seguir focando no principal: a música. Queremos abrir espaço para artistas que normalmente não estariam em um grande palco, tocando para cada vez mais gente”, diz Beraldo.

Lollapalooza Brasil - 2026

Datas: 20, 21 e 22 de março 

Local: Autódromo de Interlagos

Ingressos: Ticketmaster

Mais informações: via site oficial

*Conteúdo apresentado pela Fiat

Por:

Vitória Prates

Fotos: Ariel Martini

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