10 baterias de Dave Grohl


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Revista NOIZE

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Um dos caras mais bacanas e geniais do rock’n’roll está de aniversário nessa terça-feira. Dave Grohl completa hoje 45 anos de idade e pelo menos 30 dedicado à música. E no seu extenso currículo, o cantor e guitarrista do Foo Fighters já exerceu uma série de outras funções. A mais célebre de todas é - obviamente - a de baterista. Embora tenha iniciado no mundo da música com a guitarra base, Grohl foi se tornar conhecido mundialmente nos anos 90 pelo seu trabalho com as baquetas do Nirvana. E nas últimas três décadas, ele já foi visto atrás da bateria de uma porção de grandes bandas, do Queens of the Stone Age ao Killing Joke. Para homenageá-lo no dia do seu aniversário, a gente remontou a trajetória de Grohl como baterista, desde a sua primeira banda, na década de 80, até o supergrupo Them Crooked Vultures, formado em 2009. Confere aí: “Drag Queen”, do Dain Bramage (1985) Grohl gravou “Drag Queen” com a sua primeira banda, o Dain Bramage, com apenas 16 anos de idade. A música não é a mais emocionante da sua carreira, mas dá para entender porque ele se destacaria como baterista na cena punk de Washington anos depois. Grohl ficou pouco tempo com o grupo, antes de se juntar ao Scream. “Fucked Without a Kiss”, Scream (1988) Com o Scream, Grohl evoluiu de verdade. O baterista encontrou o seu lugar e conseguiu mostrar as suas habilidades com a banda de punk e hardcore, nos quatro anos que ficou com o grupo, entre 1986 e 1990. “No More Censorship” foi o último álbum que Grohl gravou com eles. “Aneurysm”, Nirvana (1991) “Aneurysm”, uma das melhores performances de Grohl com o Nirvana, foi lançada no EP “Hormoaning”, em 1991. “Throwing Needles”, Late! (1992) A pausa que o Nirvana deu, em 1992, serviu para que Grohl pudesse se dedicar às suas próprias composições. Com o pseudônimo Late!, o baterista lançou o K7 “Pocket Watch” de maneira totalmente anônima, pelo pequeno selo Simple Machines. Embora desconhecido por muitos fãs, o registro tinha algumas verdadeiras joias, como “Throwing Needles”. “A Song for the Dead”, Queens of the Stone Age (2002) Em 2002, o QOTSA precisava de um baterista para entrar em estúdio e lá estava Dave Grohl. O disco “Songs for the Deaf” é o melhor retrato de como Grohl é um baterista incrível. Você pode ouvir a performance isolada da bateria em “A Song for the Dead” aqui: “Implant”, Killing Joke (2003) Em 2003, Grohl foi para o estúdio com o grupo inglês de post-punk Killing Joke, que se reunia após um hiato de quase uma década. Com a banda, Dave gravou o elogiado “Killing Joke”. O som pesado da banda – com uma introdução de bateria matadora – pode ser resumido pela faixa “Implant”: “Dictatorsaurus”, Probot (2004) No começo dos anos 2000, Dave Grohl já tinha experiência suficiente para tocar cqualquer estilo. O Probot foi o seu primeiro projeto dedicado ao heavy metal e reuniu um time de grandes participações especiais. Com os caras do Vovoid, Grohl tocou bateria numa das melhores músicas do álbum. “Getting Smaller”, Nine Inch Nails (2005) Para o seu quinto álbum de estúdio, Trent Reznor chamou Dave Grohl para assumir as baquetas do Nine Inch Nails. O baterista é um dos grandes responsáveis pelo resultado incrível da música “Getting Smaller”: “Run with the Wolves”, The Prodigy (2009) A performance mais improvável de Dave Grohl na bateria pode ser encontrada no álbum “Invaders Must Die”, do grupo de música eletrônica britânico The Prodigy. “Elephants”, Them Crooked Vultures (2009) O supergrupo Them Crooked Vultures não tinha como dar errado. Dave Grohl assumiu a bateria do projeto e deixou todo o resto por conta de John Paul Jones (Led Zeppelin) e Josh Homme (Queens of the Stone Age). (Foto: David Uzzardi)
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